Construção civil eleva oferta de empregos

O saldo positivo de 100 vagas, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) para agosto, mostra que a evolução de empregos na cidade segue positiva. Foram 5332 admissões, contra 5232 demissões.

As áreas que apresentaram saldo mais positivo foram: a de construção civil, com 336 admissões e 244 demissões (saldo positivo de 92 postos) e o comércio, com 1398 admissões e 1252 demissões do comércio (saldo positivo de 146).

Números importantes para melhorar a economia da cidade, segundo lembra o vice-presidente da Associação das Empresas e Profissionais do Setor Imobiliário de Jundiaí e Região (Proempi), Eli Gonçalves.

Ele comenta que diversas cidades do interior do estado vêm apresentando um gradativo aumento em lançamentos e vendas. Assim, empresários e população decidiram não esperar definições políticas e tomaram a iniciativa de fazer a economia girar, acreditando que a fase mais crítica já passou.

“Em Jundiaí temos percebido lançamentos recentes bem-sucedidos para a classe média e média alta e ainda outros mais antigos com aumento nas vendas. Contudo, foram projetos aprovados com regras de zoneamento, economicamente mais viáveis que as atuais. Assim que a cidade conseguir promulgar a nova lei de zoneamento, o setor imobiliário poderá oferecer imóveis em maior quantidade”, espera.

Mesmo com a oferta, ele não prevê preços mais baratos, pois os empresários chegaram ao limite de redução de valor durante a crise. No entanto, a cidade vem registrando aumento nos valores de imóveis em geral. “Só como referência, nos últimos 12 meses a cidade já registrou um aumento de 2,7%, contra 0,7% na capital”.

A Unidade de Gestão de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (UGDECT) ressalta que o setor da construção civil vem apresentando boa performance em 2019 na cidade.

O saldo de empregos formais no setor foi de 92 empregos em agosto, com crescimento de 1,79%. No acumulado do ano, o saldo de empregos formais foi de 226 empregos na construção, com alta de 4,52%.

“O setor vem se recuperando também a nível nacional. Entendemos que isso se deve a alguns fatores, entre eles, baixa demanda e entregas nos anos anteriores, criando pressão sobre os estoques existentes, redução histórica das taxas de juros, além da busca por investimentos em ativos reais, dado que a renda fixa vem remunerando muito pouco, e as opções de renda variável incorporam riscos não desprezíveis”, destaca o diretor do Núcleo de Planejamento, Gestão e Finanças da UGDECT, José Roberto Pellizzer. 

COMÉRCIO

No caso do comércio, que por mais um mês eleva os índices positivos, os dados refletem a recuperação gradativa do emprego e do crescimento econômico.É o que lembra o presidente do Sincomercio e da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), Edison Maltoni. “São consequências dos estímulos do governo para impulsionar a economia, além da confiança do empresário no setor que registrou 1,3% de alta em setembro. Nossa expectativa é de que os próximos meses sejam ainda mais positivos para o comércio. Estamos otimistas”, afirmou. 

AGROPECUÁRIA EM BAIXA 

Ainda de acordo com os dados do Caged para agosto, a agropecuária teve saldo negativo, sendo 23 admissões e 29 demissões; serviço, com 2.710 admissões e 2736 demissões; e indústria de transformação com 838 admissões e 959 demissões.

Entrevista realizada pelo Jornal Regional de Jundiaí (texto: Simone Oliveira)

Foto: divulgação

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